MUSEU JOSÉ SARNEY DECIDE FECHAR AS PORTAS


Veja como são as coisas, as pequenas associações e institutos espalhados nesse Brasil a fora, conseguem sobreviver com pequenos projetos e na maioria das vezes, sem nenhuma ajuda do  Poder Público, já aquelas que são mantidas por políticos, que as usam apenas para interesses particulares, deixam de existir quando a chupetinha é tirada da boca, isso prova o tamanho da incompetência de trabalhar pelo bem comum e afirma o quanto é bom usufruir das benéficas do Estado.
       
 A direção do Museu José Sarney decidiu fechar as portas, após o governo do Maranhão demitir os funcionários comissionados da Fundação da Memória Republicana Brasileira, entidade pública que administra o acervo do senador José Sarney (PMDB).
       Sem ninguém mais para cuidar dos pinicos, dos cadernos amarelados e das estórias inventadas pelos sarneys, aonde será então enterrado o corpo do imortal?
Mediante tal situação ,em nota, a assessoria do governo Flávio Dino (PC do B) diz que as demissões foram feitas após uma falha do comando da FMRB, que não entregou em tempo os documentos necessários para a readmissão dos 48 servidores. Já a direção do museu fala em "ato político" da gestão Dino contra a instituição.
Apesar das demissões, o governo Dino nega que vá fechar definitivamente a FMRB, embora ainda não saiba o que vai fazer com a instituição.
A FMRB foi criada em 2011 no governo Roseana Sarney (PMDB), filha do ex-presidente. Para sua criação, a fundação recebeu da Fundação José Sarney o acervo do atual senador. Mais de 40 mil itens, entre documentos e presentes recebidos pelo ex-presidente, foram transferidos para a guarda do Estado, que gastou mais de R$ 8 milhões com o órgão entre 2012 e 2014.


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